quarta-feira, 20 de julho de 2016

O EXCESSO DE ZELO DA UE

O excesso de zelo da UE

 
Juvenal Rodrigues
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Caiu o pano sobre o Campeonato Europeu de Futebol onde Portugal, justamente, registou mais um feito inédito e histórico, inscrevendo o seu nome na lista dos países campeões europeus A seleção de hóquei em patins também volta a brilhar 18anos depois. É o nosso ano! O ano dos “canecos e das medalhas. São destas alegrias que fazem, por algum tempo, os portugueses esquecerem as agruras da vida . Mas o ópio do povo acabou, é tempo de voltar à realidade e falar de coisas sérias.
A disciplina e o cumprimento de regras são condição sine qua non para o bom funcionamento de qualquer organismo ou sociedade, porém o excesso de zelo é uma aberrante injustiça na medida em que penaliza indiscriminadamente. Refiro-me às tão badaladas sanções que os ministros do ECOFIN, nos quais se inclui o poderoso e intragável ministro da economia alemã Wolfgang Schaeuble, se preparam para impor a Portugal por incumprimento do défice orçamental, neste conturbado e difícil cenário de crise internacional. Isto não tem a ver com regras, com justiça e nem sequer com bom senso! Então perdoaram 50% da dívida da Grécia e agora querem aplicar um castigo ao nosso país por ter excedido 0,2% ? Isto apenas tem a ver com uma cruel política economicista sem se preocuparem com o Estado Social de onde emerge a mendicidade, o desemprego e a pobreza. E porque não aplicam sanções à Banca por ter levado milhares de famílias à falência, ao desespero e ao suicídio porque, legitimamente, confiaram em Bancos governados por administradores corruptos? Será que já pensaram nos efeitos colaterais que essas sanções podem causar às Autarquias e aos Governos se as penalizações incidirem sobre os fundos estruturais, programa “Horizonte 2020 incluído. Por isso, até mesmo a “sanção zero” seria nefasta na medida em que significaria mais medidas de austeridade as quais seriam imorais para um povo que já não vive, apenas sobrevive e não tem mais furos no cinto para apertar. Onde está a tão badalada política de coesão e a solidariedade europeia? Máxima popular; quem muito se agacha o c... lhe aparece. Eu não sou anti Europa, sou pró bom senso e apoiante do projeto europeu de Jean Monet que deu origem à CECA o qual tinha o nobre e primeiro objetivo evitar as fraturantes guerras europeias e em segundo fazer crescer a indústria do carvão e do aço que viria a fortalecer a economia dos 6 países aderentes e melhores condições de vida para as populações. Hoje, a economia europeia e mundial está montada e traçada para atingir ambiciosos objetivos, sofra quem sofrer. Oxalá por este caminho, onde 1% de ricos dominam 99% de pobres, a UE não esteja a criar um monstro gerado na corrupção, na incompetência e no terrorismo alicerçado na ambição desmedida onde as injustiças grassam e já se apresentam fora de controlo. Não, a verdadeira UE não foi projetada para isto e se quiser voltar a ter credibilidade terá que criar condições mais justas e mais dignas para os seus 500 milhões de cidadãos.
O “brexit” chocou muitos europeus incluindo 48% dos ingleses mas os mais atentos ao rumo político, social e económico que a Europa dos 28 tem seguido, ultimamente, não ficaram surpreendidos nem ficariam se houvesse mais “brexits” e se os resultados fossem idênticos. O povo, aqueles que dizem sim ou não com o seu voto estão fartos de serem vilipendiados na sua condição de vida e se calhar não hesitarão em dizer sim na esperança de encontrarem um novo modelo Europeu.
Acredito piamente que depois do “brexit” será o princípio do fim desta UE, que começa a ser dominada por uma onda de terror. Levará muito ou pouco tempo? Será para melhor ou para pior? Voltarão os conflitos? O futuro o dirá! Tudo dependerá da formação, da competência e da honestidade dos futuros políticos.
Última hora: Um caso de sucesso de um emigrante português está a chocar o Mundo. Durão Barroso saiu de tanga de Portugal e em pouco mais de 10 anos chega a presidente do Goldman Sachs. Dizem que foi por granjear muitas amizades enquanto presidente da C.Europeia. O lado bom da questão é que o cherne português vai ficar mais caro que o bacalhau da Noruega.
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Conspiracao atras de Conspiracao e lá vai o Zeze da esquerda fazendo o seu "negocio". Sem "Conspiracaoes" a esquerda já tinha morrido há Seculos, melhor, NUNCA tinha nascido.
É mentira que alguma vez se tenha perdoado 50% da dívida grega. Em 2011, como parte da reestruturação da dívida grega, os privados detentores de dívida pública grega aceitaram, voluntariamente, uma depreciação de 50% dos seus direitos. Essa é que é a verdade, que depois foi transformada num chorrilho de meias-verdades e deturpações grosseiras, típicas desse pesadelo grotesco de néscios em que está transformada a "informação" na internet. Mas ninguém quer saber da verdade. Só querem é "argumentar" em prol dos seus pontos de vista.
Se só viu, no artigo, o pormenor técnico da divida grega então suba ao palanque e explique-a aos portugueses que não têm mais furos no cinto para apertar.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

DROGA,ARMAS E TERRORISMO, PERIGOSA TRÍEDE

Droga, armas e terrorismo, perigosa tríade

A repressão nada resolveu, serviu apenas para aumentar a população prisional

 
Juvenal Rodrigues, Deputado municipal
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Em 30.09.03 publiquei, neste matutino uma “carta do leitor”, intitulada “Droga esse flagelo” na qual defendia a descriminalização de todas as drogas. Mais tarde16.10.07 voltei a publicar outra intitulada; “droga esse flagelo II” porque achei que uma notícia do DN, sobre o mesmo tema, me dava razão e da qual relembro alguns excertos para melhor assimilação; “Polícia pede droga livre”, “o matutino britânico “The Independent”noticiava na sua primeira página que Richard Brunstrom, um dos principais responsáveis da polícia britânica, chefe das forças de segurança do norte de Gales, defendia que a única forma de vencer a batalha contra o tráfico de estupefacientes era a legalização de todas as drogas. Num documento de 30 páginas enviado ao ministro do Interior do Reino Unido ele afirmava que as políticas sobre drogas, no futuro, devem ser pragmáticas e não moralistas, motivadas pela ética e não pelo dogmatismo…”
Destas minhas “cartas” recebi, alguns comentários, alguns críticos e outros elogiosos como é expectável quando se publica algo controverso.
Hoje, passados 13 anos, mantenho a mesma opinião uma vez que, apesar da proibição, o consumo mantém-se e os malefícios sociais agravaram-se. Os poderosos cartéis da droga a nível mundial como Colúmbia e México já não servem apenas para enriquecer alguns empresários da droga, servem também para financiar guerras, Governos corruptos, terrorismos e a indústria do armamento como é o caso do Paquistão que dizem possuir cerca de 100 ogivas nucleares. Por sua vez a América já anunciou que, nos próximos tempos, prevê gastar 300 mil milhões de dólares no combate ao tráfego de droga e não acredito que tal quantia seja apenas para o tratamento dos toxicodependentes, este dinheiro daria para milhares de hospitais e, salvo o exagero, para tratar todos os dragados do Mundo. Também não acredito que a não liberalização das drogas seja para proteger a saúde dos drogados. Tal ainda não aconteceu por ser um negócio altamente lucrativo e financiador das atividades ilícitas que acima mencionei. Nem as grandes apreensões de estupefacientes têm surtido efeito já que os traficantes compensam-nas com a subida dos preços ao consumidor. Por isso reafirmo que a repressão nada resolveu, serviu apenas para aumentar a população prisional, encarecer o produto e fortalecer este tenebroso negócio que cresceu à escala mundial e já não pode ser avaliado apenas pela saúde do toxicodependente mas sim pela envolvência social, já que se tornou financiador de atos terroristas e de armas de destruição massiva que de um momento para o outro pode ceifar milhões de vidas.
Como este foi um problema do passado, é do presente e certamente será do futuro tomo a liberdade de transcrever mais alguns parágrafos da mencionada “carta do leitor” uma vez que aquilo que escrevi na altura continua, quanto a mim, mais grave do que então.
Entre outros escrevia: ...” Se o preço das drogas leves ou pesadas descesse para o preço de um maço de tabaco ou de uma garrafa de vinho, os jovens não precisariam de roubar em casa e na rua e muitas vezes matar para conseguirem dinheiro para uma grama de estupefacientes a preços astronómicos. Acabaria ainda com a prostituição e degradação juvenil, desespero de pais e mães e acabaria sobretudo com o negócio dos barões da droga que certamente não se sentiriam motivados para encomendar um produto como outro qualquer com pouca margem de lucro e sujeitas ás regras do mercado”. Continuava: “...Um consumidor, enquanto tal, apenas faz mal a si próprio, o pior é quando envolve a sociedade...”
Termino com um desafio aos países da UE : façam um teste, por exemplo por um período de dois anos, descriminalizando todas as drogas e determinem o preço de um maço de tabaco para uma dose e no fim desse período, consoante o resultado, e se ainda houver traficantes, estabeleçam a lei.
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Está na hora de enfrentar o problema a sério e parar de tentar tapar o sol com a peneira. Droga dá dinheiro, tanto que o crime compensa e não vai acabar com as atuais políticas.
Vende-la legalmente implica baixar a margem de lucro do negócio e os traficantes não vão conseguir fazer face a um sistema organizado e regulado de venda com preços controlados.
As decisões éticas e morais que importam tomar, seriam no mínimo dúbias, mas sejamos francos o consumo não iria parar, mesmo com o endurecer das políticas repressivas. Resumindo, é uma medida IMORAL, mas seria LEGAL, mais ou menos como os esquemas de fuga feito nos Offshores...
Por falar nisso, faz alguns anos vi um documentário, em que um dos maiores traficantes europeus, afirmava que 30% dos lucros, servia para pagar aos lobbys políticos que defendiam a manutenção políticas de combate ao narcotráfico.
Já agora e para sermos mesmo práticos, e a prostituição?
Vamos continuar a usar outra peneira para tapar o sol?
Se não fossem utópicos encaravam a prostituição da mesma forma!
É um negócio que serve muitos interesses, ilegais mas também legais pelo que há conspiração tácita para que não se descriminalize a produção e o comércio de droga.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

UM CICLO DE OBSCURANTISMO

Um ciclo de obscurantismo

ciclo de obscurantismo extremamente perigoso poderá pender para uma guerra sem fronteiras

 
Juvenal Rodrigues Deputado municipal
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O nosso sistema democrático já não cabe dentro do padrão para o qual foi concebido. Por ser demasiado permissivo ou demasiado tolerante, abusaram-no e violaram os seus pricípios ao ponto de estar hoje ameaçado de ser substituído por forças ocultas sem nome definido. Já dizia Churchill que nenhum dos sistemas é perfeito sendo o democrático o menos mau e eu acrescento; porque todos eles têm um ponto em comum, a corrupção.
Na ditadura a corrupção esteve presente entre os governantes e amigos do regime. No fascismo a corrupção esteve presente pelo controlo autoritário e excessivo dos governantes todo-poderosos que governavam para as elites e esqueciam o povo. Na democracia o povo exerce a soberania direta ou indiretamente mas agora é o poder financeiro corrupto que passa a ditar lei e o povo volta a ser apenas o peão num jogo de xadrez viciado.
A catadupa de acontecimentos nacionais e internacionais apontam para um novo ciclo pós democracia; o ciclo de anarquia, originada por uma tríade extremamente poderosa e difícil de combater ou erradicar: poder financeiro, corrupção e terrorismo. O terrorismo, aliado ao fanatismo religioso, ceifa a vida a milhões de inocentes em nome de um ser supremo que incentiva uma causa maldita e irá, quer queiram quer não, condicionar as pessoas pelo medo. As mesmas pessoas que hoje clamam por mais liberdade estão na eminência de ficarem sem liberdade de circulação e talvez, quem sabe, de expressão. As autoridades, quando estoira uma bomba, pouco mais podem fazer do que correr atrás do prejuízo quais bombeiros a apagar o fogo depois deste fazer as vítimas. O poder financeiro manipula economias dos países, provoca o colapso da Banca e o poder político está subjugados às suas ordens. Sem margem de manobra orçamental os países são confrontados com desemprego e consequente miséria social. Os governantes, mesmo os mais honestos, mais tarde ou mais cedo, acabam por entrar nos esquemas fraudulentos da corrupção da droga e do armamento que por sua vez provoca o êxodo de milhões de refugiados que ao tentarem escapar de uma guerra estúpida e sem sentido acabam nas redes das máfias e, involuntariamente, contribuem para a desestabilização dos países democráticos.
Será que exagerei na minha apreciação? Então meditemos os acontecimentos que se sucedem em catadupa; bastou uma investigação levada a efeito pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação (CIJI) para provocar novo escândalo que voltou a abalar o Mundo; o caso “Panamá Papers” que sucedeu ao caso Mensalão, ao caso FIFA/UEFA, ao caso wikileaks, aos casos que envolvem altas figuras de Estado, grupos financeiros, organizações terroristas, esquemas financeiros fraudulentos envolvendo a Banca, redes de pedofilia, agentes policiais corruptos, agentes do fisco e da AT, até chegar ao envolvimento de poderosas sociedades de advogados como a Mossack Fonseca com filiais a nível internacional. Paises como Angola, rico em diamantes e petróleo mas que se vê obrigado a pedir ajuda ao FMI devido a esquemas de corrupção. A Venezuela, um país exportador de petróleo que chega ao extremo de paralisar o pais um dia por semana para evitar despesas de consumo. Os escândalos já são tantos que acabam por beneficiar os infratores, mal estamos a compreender um já nos cai outro em cima que nos faz esquecer o anterior.
Não, mesmo com o “aceitável” empolamento dos media, não exagerei nem sou profeta da desgraça, talvez esteja, isso sim, a pecar por omissão. Se juntarmos a tudo isto a possibilidade de Donald Trumph, vir a ser eleito presidente dos EUA, a estabilidade mundial ficará à distância de um clique no botão de uma bomba atómica.
Termino como comecei, estamos a atravessar um ciclo de obscurantismo extremamente perigoso que poderá pender para uma guerra sem fronteiras ou um Mundo dominado por poderosas organizações financeiras, criminosas e fanáticas.

segunda-feira, 14 de março de 2016

UM PAÍS NIVELADO POR BAIXO

Um País nivelado por baixo

manter uma classe média, motor da economia, e criar regras para que os ricos fossem menos ricos e os pobres menos pobres.

 
Juvenal Rodrigues Deputado municipal
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Ao assistir à tomada de posse do novo Presidente da República portuguesa, pensei; finalmente o meu país tomou o rumo certo da prosperidade, tal era a pompa e circunstância da cerimónia. Mais de 500 comensais desfilando numa passarela de vaidades, faustosa, vistosa e rica, própria dum país exportador de petróleo. Imaginei; o que pensarão os portugueses desempregados, os famintos e sem abrigo e os que não têm dinheiro para medicamentos, a interrogarem-se, será este o meu pais? Infelizmente a cerimónia acabou e verifica-se que a “bota não bate com a perdigota” porque tudo voltou ao mesmo e o país volta ao seu nível, ou melhor, ao nível que os empossados o puseram. Um país nivelado por baixo onde um equilíbrio negativo marca o quotidiano mesmo para aqueles que têm a sorte de ter um emprego mas que na maioria dos casos o ordenado não chega para cobrir as despesas. Atente-se nesta gigantesca dependência desta aldeia global onde um espirro na Casa Branca ou no Palácio imperial de Pequim estremece o Mundo. A OPEP em 10.02.16 considerava que os preços baixos do petróleo têm um efeito negativo na economia, daí que estejam a prever um aumento gradual a partir de 2017 para reequilibrar. Mas por outro lado quando o preço do barril de brent atingiu os $115 em Março de 2011 também tinha um efeito bastante negativo afetava a economia mundial. Então em que ficamos,? deduz-se que para nós consumidores a Inflação é má mas a desinflação não é melhor. Isto parece um esquema muito bem montado onde quem paga sempre a fatura é o consumidor final. Parece que os grandes cérebros da economia urdiram uma teia em que todas as perdas a montante terão que ser ressarcidas a jusante. Se os bancos vão à falência os depositantes perdem as suas economias e ainda são chamados a pagar novamente através dos seus impostos. Se os ordenados sobem, logo terá que subir a inflação para equilibrar esses aumentos. O Comércio e a indústria ressentem-se pelo fraco poder de compra logo trabalhadores são despedidos. Percebem agora porque falei em equilíbrio negativo? É que a falta de emprego e as precárias condições de vida exercem, por parte do Governo e dos “lobby”, um controlo absoluto sobre as populações? Tantas lutas se travaram, tanto sangue foi derramado em prol da liberdade mas na verdade, em pleno século XXI, voltamos a ser escravos, não de uma qualquer ideologia política mas pela ditadura do poder económico instalado em Bruxelas que se dá ao luxo de impor condições ao O. E. de um país soberano. Não, isto não é liberdade, é um dogma que os políticos inventaram para nos fazer querer que só por vivermos em democracia já somos livres. A poucos dias vi e ouvi, num vídeo, um sociólogo ou politólogo brasileiro tentando interpretar o Socialismo como sendo impraticável porque defendia a distribuição da riqueza em partes iguais para todos. Mas o que está subjacente à filosofia socialista, tal como na social democracia, é uma forma de corrigir grandes assimetrias como as que estão a verificar-se hoje quando 1% dos muito ricos detém 50% da riqueza mundial, os outros 99% da população repartem os restantes 50% dessa riqueza. ou seja, manter uma classe média, motor da economia, e criar regras para que os ricos fossem menos ricos e os pobres menos pobres. Mas infelizmente a prática corrente é ver os pobres ajudarem os ainda mais pobres enquanto os ricos assistem impávidos e serenos ao advento da escravatura moderna. Citando José Régio: “não sei por onde vou mas sei que não vou por aí” A reforçar o qua acima escrevi, um estudo recente de uma Fundação com sede na Alemanha chamada BERTLESMANN concluiu que Democracia está a retroceder em todo o Mundo e porquê? Porque o sistema democrático previa uma maior equidade na distribuição da riqueza mas está a verificar-se exatamente o oposto.

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